Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Sucata de PET transformação em flakes de pet compra e venda de sucata de pet. Fale com Reginaldo 18 9117-8083
Sucata de PET transformação em flakes de pet compra e venda de sucata de pet.
Este blog trata do assunto fabricação de garrafas de pet e reciclagem de sucata de pet ou reciclagem de garrafas pet.
Aqui você vai saber o que é pet e ver algumas estatísticas sobre a reciclagem no Brasil.
Na cidade de Araçatuba, Estado de São Paulo SP a empresa Star Color desenvolve um trabalho forte nesse sentido, reciclando pet e tranformando em flakes que são utilizados em uma grande indústria local.
Entre as vantagens da reciclagem de sucata de pet ou de sucata de garrafas pet está a redução do volume de lixo nos aterros sanitários e melhoria nos processos de decomposição de matérias orgânicas nos mesmos. O PET acaba por prejudicar a decomposição pois impermeabiliza certas camadas de lixo, não deixando circularem gases e líquidos.
Este blog trata do assunto fabricação de garrafas de pet e reciclagem de sucata de pet ou reciclagem de garrafas pet.
Aqui você vai saber o que é pet e ver algumas estatísticas sobre a reciclagem no Brasil.
Na cidade de Araçatuba, Estado de São Paulo SP a empresa Star Color desenvolve um trabalho forte nesse sentido, reciclando pet e tranformando em flakes que são utilizados em uma grande indústria local.
Entre as vantagens da reciclagem de sucata de pet ou de sucata de garrafas pet está a redução do volume de lixo nos aterros sanitários e melhoria nos processos de decomposição de matérias orgânicas nos mesmos. O PET acaba por prejudicar a decomposição pois impermeabiliza certas camadas de lixo, não deixando circularem gases e líquidos.
Quarta-feira, 9 de Abril de 2008
O que é pré-forma e como se transforma em PET ?
Muitas pessoas ainda perguntam o que é a tal pré-forma e como pode aquele tubinho se transformar em uma garrafa PET. Pesquisamos no site da ABIPET e encontramos uma matéria explicando todo o processo de transformação. Veja Abaixo:
PRÉ-FORMA e transformação em garrafas PET. Como ocorre?
A transformação
A transformação da resina PET em garrafas, frascos ou potes ocorre em 7 etapas distintas: secagem, alimentação, plastificação, injeção, condicionamento, sopro e ejeção do produto.
A primeira etapa, secagem, é uma das mais importantes e críticas. Assim falaremos mais a frente sobre este tópico.
A Segunda etapa, a alimentação, é a transição entre o silo e a entrada da resina PET na. injetora. Nesta etapa, quando necessário, são dosados aditivos a resina PET (protetores aos raios ultravioleta, concentrados de cor, etc.), através de equipamentos específicos para esta finalidade. Nesta etapa, o material está sólido, seco e a uma temperatura, preferencialmente, acima de 100oC.
A terceira etapa, plastificação, é muito importante e delicada. Nesta etapa a resina PET muda de estado físico para ser injetado. Ele é aquecido e plastificado dentro do canhão da injetora com o auxilio de um parafuso sem fim, com passo de rosca e zonas de pressão bem determinados.
As temperaturas de trabalho, geralmente controladas por resistências, variam conforme o equipamento e estão entre 265 e 305oC.
A quarta etapa, da injeção. A resina PET plastificada é transferida para molde de pré-formas pelo processo de injeção. O molde de injeção de pré-formas se encontra a baixa temperatura, devido à circulação em seu interior de água gelada. O PET no molde de injeção endurece rapidamente devido a esta baixa temperatura. Se o resfriamento fosse lento, o PET poderia retornar parcialmente ao estado cristalizado, podendo debilitar algumas propriedades do produto final.
Ao final desta etapa, a pré-forma está pronta, com o gargalo em sua forma definitiva e o corpo que, na etapa seguinte, será transformado no corpo da embalagem final.
Nos sistemas de dois estágios, ela será estocada e nos sistemas integrados seguirá diretamente para a próxima etapa.
Na Quinta etapa, o condicionamento, se realiza de maneira diversa para cada um dos sistemas: integrado e de dois estágios.
No sistema integrado, a pré-forma segue do molde de injeção diretamente para o condicionamento, a uma temperatura em torno de 100ºC. Na etapa de condicionamento, a pré-forma recebe um tratamento térmico diferenciado, aquecendo-se mais onde for necessário, otimizando assim a etapa seguinte.
No sistema de dois estágios, a pré-forma chega fria do estoque e entra no forno, onde a região a ser estirada será condicionada. Uma vez atingida as temperaturas ideais, a pré-forma está preparada e otimizada para etapa seguinte.
Na Sexta etapa, a pré-forma, geralmente com o auxílio de robôs, é colocada dentro do molde de sopro, cuja cavidade tem a forma final da embalagem.
Um pino penetra no gargalo da pré-forma para estirá-la, e é admitido ar comprimido em seu interior a uma pressão que pode variar entre 20 e 40kgf/cm2.
O corpo da pré-forma é inflado de forma controlada com a ajuda de uma haste de estiramento. Desta maneira, a pré-forma é estirada, orientando as moléculas de PET nas direções radial e axial, isto é, biorientada, até que encoste na cavidade do molde de sopro e adquira sua forma final.
Na sétima e última etapa, o produto é retirado ou ejetado da máquina pronto para ser estocado ou envasado.
Fonte: Abipet
PRÉ-FORMA e transformação em garrafas PET. Como ocorre?
A transformação
A transformação da resina PET em garrafas, frascos ou potes ocorre em 7 etapas distintas: secagem, alimentação, plastificação, injeção, condicionamento, sopro e ejeção do produto.
A primeira etapa, secagem, é uma das mais importantes e críticas. Assim falaremos mais a frente sobre este tópico.
A Segunda etapa, a alimentação, é a transição entre o silo e a entrada da resina PET na. injetora. Nesta etapa, quando necessário, são dosados aditivos a resina PET (protetores aos raios ultravioleta, concentrados de cor, etc.), através de equipamentos específicos para esta finalidade. Nesta etapa, o material está sólido, seco e a uma temperatura, preferencialmente, acima de 100oC.
A terceira etapa, plastificação, é muito importante e delicada. Nesta etapa a resina PET muda de estado físico para ser injetado. Ele é aquecido e plastificado dentro do canhão da injetora com o auxilio de um parafuso sem fim, com passo de rosca e zonas de pressão bem determinados.
As temperaturas de trabalho, geralmente controladas por resistências, variam conforme o equipamento e estão entre 265 e 305oC.
A quarta etapa, da injeção. A resina PET plastificada é transferida para molde de pré-formas pelo processo de injeção. O molde de injeção de pré-formas se encontra a baixa temperatura, devido à circulação em seu interior de água gelada. O PET no molde de injeção endurece rapidamente devido a esta baixa temperatura. Se o resfriamento fosse lento, o PET poderia retornar parcialmente ao estado cristalizado, podendo debilitar algumas propriedades do produto final.
Ao final desta etapa, a pré-forma está pronta, com o gargalo em sua forma definitiva e o corpo que, na etapa seguinte, será transformado no corpo da embalagem final.
Nos sistemas de dois estágios, ela será estocada e nos sistemas integrados seguirá diretamente para a próxima etapa.
Na Quinta etapa, o condicionamento, se realiza de maneira diversa para cada um dos sistemas: integrado e de dois estágios.
No sistema integrado, a pré-forma segue do molde de injeção diretamente para o condicionamento, a uma temperatura em torno de 100ºC. Na etapa de condicionamento, a pré-forma recebe um tratamento térmico diferenciado, aquecendo-se mais onde for necessário, otimizando assim a etapa seguinte.
No sistema de dois estágios, a pré-forma chega fria do estoque e entra no forno, onde a região a ser estirada será condicionada. Uma vez atingida as temperaturas ideais, a pré-forma está preparada e otimizada para etapa seguinte.
Na Sexta etapa, a pré-forma, geralmente com o auxílio de robôs, é colocada dentro do molde de sopro, cuja cavidade tem a forma final da embalagem.
Um pino penetra no gargalo da pré-forma para estirá-la, e é admitido ar comprimido em seu interior a uma pressão que pode variar entre 20 e 40kgf/cm2.
O corpo da pré-forma é inflado de forma controlada com a ajuda de uma haste de estiramento. Desta maneira, a pré-forma é estirada, orientando as moléculas de PET nas direções radial e axial, isto é, biorientada, até que encoste na cavidade do molde de sopro e adquira sua forma final.
Na sétima e última etapa, o produto é retirado ou ejetado da máquina pronto para ser estocado ou envasado.
Fonte: Abipet
Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
O que é PET ?
O PET - Poli (Tereftalato de Etileno) - é um poliéster, polímero termoplástico.
Simplificando, PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros como embalagens termoformadas, chapas e cabos para escova de dente.
O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores. Devido as características já citadas e o peso muito menor que das embalagens tradicionais, o PET mostrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção. Por tudo isso, oferece ao consumidor um produto substancialmente mais barato, seguro e moderno.
HISTÓRIA DO PET
A primeira amostra desse material foi desenvolvida pelos ingleses Whinfield e Dickson, em 1941. As pesquisas que levaram à produção em larga escala do poliéster começaram somente após a Segunda Grande Guerra, nos anos 50, em laboratórios dos EUA e Europa. Baseavam-se, quase totalmente, nas aplicações têxteis. Em 1962, surgiu o primeiro poliéster pneumático. No início dos anos 70, o PET começou a ser utilizado pela indústria de embalagens.
O PET chegou ao Brasil em 1988 e seguiu uma trajetória semelhante ao resto do mundo, sendo utilizado primeiramente na indústria têxtil. Apenas a partir de 1993 passou a ter forte expressão no mercado de embalagens, notadamente para os refrigerantes. Atualmente o PET está presente nos mais diversos produtos.
Simplificando, PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros como embalagens termoformadas, chapas e cabos para escova de dente.
O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores. Devido as características já citadas e o peso muito menor que das embalagens tradicionais, o PET mostrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção. Por tudo isso, oferece ao consumidor um produto substancialmente mais barato, seguro e moderno.
HISTÓRIA DO PET
A primeira amostra desse material foi desenvolvida pelos ingleses Whinfield e Dickson, em 1941. As pesquisas que levaram à produção em larga escala do poliéster começaram somente após a Segunda Grande Guerra, nos anos 50, em laboratórios dos EUA e Europa. Baseavam-se, quase totalmente, nas aplicações têxteis. Em 1962, surgiu o primeiro poliéster pneumático. No início dos anos 70, o PET começou a ser utilizado pela indústria de embalagens.
O PET chegou ao Brasil em 1988 e seguiu uma trajetória semelhante ao resto do mundo, sendo utilizado primeiramente na indústria têxtil. Apenas a partir de 1993 passou a ter forte expressão no mercado de embalagens, notadamente para os refrigerantes. Atualmente o PET está presente nos mais diversos produtos.
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